O que pensam Bill Gates, Jeff Bezos e Elon Musk sobre o sono?

Jeff Bezos é o fundador da Amazon, conhecido por sua cultura corporativa de pensar que todos os dias na empresa são como se fossem o primeiro, para que sempre haja entusiasmo. Como manter esse ritmo na posição de CEO da maior empresa de varejo do mundo? 

 

Para ele, seu trabalho consiste em tomar decisões importantes, escolhas que devem ser acertadas, pois impactam o futuro do negócio e dos colaboradores. Por isso, Bezos acredita que ter boas noites de sono é o segredo se você deseja uma performance cognitiva máxima.”Vale a pena tomar decisões diárias mesmo estando cansado ou de mau humor? Vale, se você faz parte de uma startup. Mas a Amazon não é mais uma startup’’, pontua.

 

Elon Musk, por sua vez, pensa o contrário. Para o bilionário do mercado de tecnologias, CEO da Tesla, SpaceX e fundador da Neuralink, dormir menos é a chave. Atualmente, ele afirma dormir seis horas por noite, uma realidade que foi difícil de alcançar, quando estava acostumado, no passado, a trabalhar centenas de horas por semana. “Eu tentei dormir menos, mas aí a minha produtividade total caiu”, relata. No caso de Bill Gates, cofundador da Microsoft, dormir muito era associado à preguiça. Porém, em 2019, com mais de 60 anos de idade, ele mudou seu pensamento e afirma precisar de, ao menos, sete horas de sono por noite.

 

“O sono melhora muito nossa aptidão evolutiva, de maneiras que nem podemos ver”, escreve Bill Gates em seu blog. Ele também aconselha a não utilizar luzes LED no quarto e sempre manter uma temperatura de 18º no ambiente, já que são dicas que facilitam o descanso. Segundo um estudo de 2017, conduzido por pesquisadores da Universidade de Western Ontario, nos Estados Unidos, é preciso dormir entre sete e oito horas para ter uma boa saúde, independente da faixa etária. A pesquisa foi feita com 44 mil pessoas, com uma coleta de dados realizada por meio de questionário. 

 

Descobriu-se, assim, que a quantidade ideal de sono para manter o correto funcionamento do cérebro é de sete a oito horas, revelando-se que as pessoas que dormem mais do que essa quantidade também são prejudicadas. Para Conor Wild, principal autor do estudo, dormir muito e dormir pouco são ambas atitudes que afetam nossa produtividade. 

 

Foto: Divulgação/G1

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