Blog do Sono

O dia a dia é cada vez mais agitado. Estamos sempre produzindo e, às vezes, parece impossível parar. Porém, é preciso reservar boas horas de sono: estudos indicam que a má qualidade do sono pode estar associada ao desenvolvimento de doenças como Alzheimer. 

Às vezes, parece uma missão impossível desligar após o trabalho. Desacelerar não é uma tarefa fácil. Com tanta horas de atividades e responsabilidades estressantes, o seu sono pode ser impactado diretamente. Todo mundo já perdeu o sono pensando em preocupações diárias, não é mesmo?

O sono é fundamental para a saúde. Indispensável para uma vida saudável, pouco se fala sobre o prejuízo causado pelo excesso de sono. Estudos recentes têm indicado diversos riscos associados a períodos de sono com mais de 8 horas de duração. Fica a dúvida: dormir muito pode  ser prejudicial?

Dormir bem faz toda a diferença para que o organismo funcione adequadamente. Uma boa rotina de sono garante o correto desempenho da função cardíaca, segundo aponta uma nova pesquisa divulgada no periódico científico “Nature Communications”. 

Saudades daquela noite de sono duradouro, que você conseguia manter por horas? Conforme os anos avançam, a forma de dormir é modificada. Isso não significa que o idoso tenha de aceitar essa condição insone. Conforme a National Sleep Foundation, entidade norte-americana dedicada à pesquisa sobre o sono, aconselha-se que, acima dos 65 anos, durma-se de 7 a 8 horas por noite. 

Aproximadamente 50% dos franceses têm problema todas as noites para dormir. Aumentou consideravelmente o número de centros especializados, na França, em ajudar os pacientes a vencer essa dificuldade. Estudos mostram que os efeitos de dormir mal podem ser mais graves do que se pensa: uma das pesquisas mais recentes concluiu que, a longo prazo, o trabalho executado depois das 22h aumenta em mais de 30% a chance de se desenvolver câncer no seio. 

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