Você sente que dorme muito e ainda está com sono? Cuidado, pode ser hipersonia

Algumas pessoas passam o dia todo dormindo e, ainda assim, continuam sonolentas. Sentem-se cansadas constantemente e não conseguem ficar sem bocejar durante o dia, numa luta contra a exaustão. Caso você tenha se identificado com a situação, é possível que esteja com um distúrbio raro, chamado de hipersonia. 

 

Na maior parte dos casos, não existe dificuldade para dormir, mas isso não significa que não há cansaço. O mais complicado é levantar: quando chega esse momento, a irritabilidade predomina, acompanhada de fadiga e perda da concentração e movimento. Para lidar com o problema, o despertador é acionado diversas vezes no modo soneca. Todos esses fatores podem ser mais graves do que se imagina, afetando a vida laboral e a autoestima. A sensação contínua de sonolência diminui os níveis de atenção, concentração e memória.

 

Há chances de que a hipersonia seja desencadeada por causa de outros transtornos do sono e também por fatores genéticos ou uso de certos medicamentos. O distúrbio pode se manifestar em pessoas com fibromialgia ou que sofrem de danos cerebrais. Existem três tipos de hipersonia:

  • Recorrente: pouco frequente, acontece entre 1 e 10 vezes ao ano;

  • Idiopática (ou primária) com sono prolongado: sonolência excessiva, constante e diária durante pelo menos três meses.

  • Idiopática com sono reduzido: o sono dura entre 6 e 10 horas. Os pacientes podem ter dificuldade em acordar tanto do sono noturno quanto nas sestas. 

 

Outros tipos de hipersonia acontecem devido a doenças neurológicas, transtornos metabólicos, consumo de medicamentos e drogas. Normalmente, o distúrbio pode ser tratado com uma higiene do sono adequada, mudança de conduta mais importante que deve ser imposta. Isso inclui estabelecer horários regulares para dormir, um ambiente tranquilo, cama e travesseiros confortáveis, além de evitar alimentos e bebidas estimulantes. 

 

Só que há casos em que nem a melhora da higiene do sono resolveu o problema. Para pesquisadores da Emory University School of Medicine, em Atlanta, muitos adultos com hipersonia liberam uma substância no cérebro que atua como uma pílula para dormir. O estudo segue em investigação e pode ser um importante passo para esses pacientes.

 

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