Blog do Sono

Saudades daquela noite de sono duradouro, que você conseguia manter por horas? Conforme os anos avançam, a forma de dormir é modificada. Isso não significa que o idoso tenha de aceitar essa condição insone. Conforme a National Sleep Foundation, entidade norte-americana dedicada à pesquisa sobre o sono, aconselha-se que, acima dos 65 anos, durma-se de 7 a 8 horas por noite. 

Aproximadamente 50% dos franceses têm problema todas as noites para dormir. Aumentou consideravelmente o número de centros especializados, na França, em ajudar os pacientes a vencer essa dificuldade. Estudos mostram que os efeitos de dormir mal podem ser mais graves do que se pensa: uma das pesquisas mais recentes concluiu que, a longo prazo, o trabalho executado depois das 22h aumenta em mais de 30% a chance de se desenvolver câncer no seio. 

A Apple Watch tem sido alvo de pesquisadores da saúde que desejam compreender até que ponto a tecnologia contribui no bem-estar das pessoas. A startup Cardiogram, conhecida por criar um aplicativo que monitora os batimentos cardíacos, está realizando um estudo em parceria com a Universidade da Califórnia justamente para entender como o Apple Watch consegue detectar apneia do sono e hipertensão (pressão alta).

Todos querem dormir bem e acordar descansados no dia seguinte. Contudo, para a maioria dos brasileiros, isso é um privilégio: conforme dados do Instituto do Sono, 63% dos adultos do país têm alguma reclamação associada ao sono, como a insônia. Em São Paulo, 25% da população apresenta dificuldade até conseguir dormir, 27% acorda precocemente e 36% não têm facilidade de manter o sono. 

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