A relação entre a síndrome metabólica e o sono

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Síndrome Metabólica “corresponde a um conjunto de doenças cuja base é a resistência insulínica. Pela dificuldade de ação da insulina, decorrem as manifestações que podem fazer parte da síndrome”.

A relação entre a síndrome a o tempo de sono foi verificada em um estudo recente realizado durante mais de quatro anos com milhares de pessoas de ambos os sexos e idade entre 30 e 65 anos. As pesquisas apontaram para uma relação preocupante entre a duração de horas de sono e o aparecimento de doenças que caracterizam a Síndrome Metabólica.
Durante os mais de quatro anos em que os participantes da pesquisa foram acompanhados, constatou-se que pessoas que dormiram menos de seis horas ou que dormiram mais de oito registraram maior incidência da síndrome e aumento da glicemia em jejum. Este quadro provocou o aumento da pressão arterial nas mulheres. Nos homens, verificou-se níveis mais altos de triglicérides naqueles que dormiam demais.
Cabe observar que, ainda segundo a SBEM, a Síndrome Metabólica é caracterizada quando estão presentes três dos cinco critérios:

  1. Obesidade central - circunferência da cintura superior a 88 cm na mulher e 102 cm no homem;
  2. Hipertensão Arterial - pressão arterial sistólica ³ 130 e/ou pressão arterial diatólica ³ 85 mmHg;
  3. Glicemia alterada (glicemia ³110 mg/dl) ou diagnóstico de Diabetes;
  4. Triglicerídeos ³ 150 mg/dl;
  5. HDL colesterol £ 40 mg/dl em homens e £50 mg/dl em mulheres

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