Dores crônicas afetam a qualidade do sono

Pacientes que apresentam dores crônicas como doenças reumáticas, fibromialgia, artrite reumatoide, lombalgia, entre outras, frequentemente se queixam da pouca qualidade do sono. Insônia, múltiplos despertares, sono superficial são as principais reclamações associadas às dores crônicas.

E se as dores afetam o sono, o paciente não consegue ter uma noite reparadora, evitando que o sono profundo atue como um mecanismo compensatório para os processos dolorosos crônicos. De onde conclui-se que pacientes com maior quantidade de sono profundo, provavelmente, experimentam os sintomas dolorosos com menor intensidade.

Logicamente, é preciso levar em conta o reflexo de fatores emocionais, disfunção respiratória, limitação motora, condicionamento físico e o uso de medicamentos que alteram o padrão do sono.

Dentre as condições que podem influenciar ou ser influenciadas pelo binômio dor e sono destacam-se os fatores psicogênicos e a atividade física.

Por outro lado, o tratamento das dores crônicas deve levar em consideração os distúrbios do sono também, buscando o alívio das dores e a melhora da qualidade do sono.

Sendo assim, uma noite bem dormida não deve ser a exceção, mas a rotina para que uma pessoa tenha uma qualidade de vida melhor, recupere as energias e também sinta alívio quando a dor crônica for uma realidade em sua vida.

 

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