O fim do horário de verão e as adaptações do corpo

Todo ano é a mesma coisa, chega o horário de verão e uma parcela da sociedade adora e outra detesta. Poucos são os indiferentes. O fato é que os dois grupos levam um tempo para se adaptar à chegada e também ao fim do horário especial que se inicia em outubro e termina em fevereiro.

O sono é o ponto mais afetado pela mudança de horário para a maioria das pessoas. Quando a mudança se inicia, aparentemente as pessoas sentem mais, pois perdem uma hora do seu dia. Quando o horário termina, na teoria, a adaptação seria mais fácil, pois aquela hora perdida é recuperada. Mas em ambos os casos, os mais afetados podem se preparar para o começo e o fim do horário de verão com alguma antecedência, em torno de uma semana.

Quando o horário de verão estiver prestes a começar, comece a dormir uma hora antes e a acordar também. Se tiver muita dificuldade, faça de forma gradual e vá aumentando o tempo até chegar àquela uma hora. Quando o fim do horário estiver próximo, pode ser que você não tenha condições de fazer o mesmo. Mas pelo menos, já se sabe que  a maioria das pessoas levam cerca de 14 dias para assimilarem o novo fuso completamente.

Os mais sensíveis à mudança podem ficar propensos a ter déficits de atenção, apresentar maior fadiga durante o dia, ter problemas para dormir, ficar com o sono fragmentado ou mesmo reduzir a duração do sono. Há quem fique sonolento durante o dia todo e os que chegam a apresentar alterações no apetite. Normalmente, crianças são mais afetadas pela mudança e podem, inclusive, ficar irritadiças até que o organismo se habitue ao novo horário. Assim como os pequenos, idosos são mais afetados, pois têm uma necessidade maior de sono e de rotina.

Segundo uma pesquisa conduzida por laboratórios de cinco países sul-americanos, que incluiu mais de 9 mil pessoas do Brasil, 46% da população sente algum tipo de desconforto com o começo do horário de verão. 

 

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