A solução da insônia é quase sempre sem remédios

Alguma vez na vida, você já deve ter se deitado e sentido muita dificuldade para dormir. Quando esse problema vira uma realidade de todas as noites, é possível que você tenha insônia crônica, caracterizada pela dificuldade persistente em iniciar ou consolidar a qualidade do sono.

 

Tal situação deve ocorrer, no mínimo, 3 vezes na semana, com duração de 3 meses ou mais. Não conseguir adormecer continua sendo considerado normal quando ocorre de vez em quando, mas daí a situação é de insônia aguda. O sono é fundamental para a boa saúde, e as necessidades individuais variam de pessoa a pessoa, mas adultos devem reservar, pelo menos, 7 horas de sono. 

 

Assim como a maior parte das doenças crônicas, a insônia é multifatorial, ou seja, pode apresentar várias causas, inclusive predisposição genética e relação com outros distúrbios, inclusive de ordem comportamental. De modo geral, há algum evento estressante que desencadeia a insônia, como a pandemia, problemas de relacionamento ou no trabalho. Doenças de saúde mental, como depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e ansiedade também podem estar relacionadas, bem como questões de saúde física, alterações de fuso horário, uso de medicamentos específicos e estilo de vida. 

 

Ainda, existe a chance de que a insônia não esteja relacionada a nenhuma doença, sendo chamada de insônia primária. Há hipóteses que sugerem um desequilíbrio neuroquímico do eixo hipotálamo, hipófise e adrenal, envolvido na promoção do estado de vigília. Dessa forma, a insônia pode ser um excesso nesse estado, não somente a falta de sono. Além disso, a insônia também pode se relacionar à falha de mecanismos da área promotora do sono, anormalidades do ritmo circadiano e aspectos cognitivo-comportamentais. 

 

Dados da Associação Brasileira do Sono (ABS) apontam que a insônia pode ser mais comum segundo idade, sexo e condição socioeconômica específicas. Mulheres, devido aos fatores hormonais, podem apresentar maiores alterações do sono, assim como idosos. É importante reconhecer os sintomas listados abaixo e procurar ajuda

 

DURANTE O DIA

DURANTE A NOITE

Cansaço;

Irritabilidade;

Dificuldade para trabalhar;

Fadiga;

Falta de concentração;

Sonolência;

Mudanças comportamentais.

Dificuldade em iniciar o sono;

Dificuldade de manter o sono;

Despertar antes do desejado;

Resistência em ir para a cama no horário apropriado.

 

O tratamento irá depender da gravidade de cada caso, sendo realizado de forma individualizada. Pode envolver medicamentos, mas, em geral, a terapia não farmacológica é a mais indicada, que consiste na mudança de hábitos, controle de estímulos, técnicas de relaxamento e Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Quando a ajuda médica não é procurada, aumentam os riscos de diabetes, depressão, asma, ganho de peso, AVC e acidentes. 

 

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