Sono ou depressão? Diagnóstico é essencial para tratamento correto

Você normalmente se sente irritado, sem ânimo e com lapsos de memória? Esses sinais mostram que há algo errado com o corpo, mas pode ser difícil identificar qual o problema. 

 

Em geral, essas manifestações são comuns em pessoas que têm distúrbios do sono ou depressão, principalmente em mulheres por causa da variação hormonal e jornada dupla de trabalho. Porém, é fundamental realizar o diagnóstico correto para que o paciente comece o tratamento adequado.  É necessário procurar um médico e explicar as queixas - aproximadamente 30% dos adultos têm apneia do sono, mas não sabem disso, já que deixam a questão de lado. 

 

Só que a falta do tratamento pode piorar até mesmo a depressão: se o problema do sono não for tratado, há três vezes mais chance de a doença voltar. O mesmo acontece do outro lado, ou seja, pessoas com depressão apresentam 70% mais chances de perder o sono. Por isso, é preciso ter atenção aos sinais do corpo. 

 

Quem tem algum distúrbio do sono costuma desenvolver indisposição física, além de apresentar falta de energia, dificuldade para tomar decisões  e cansaço ao longo do dia. No caso da depressão, pode haver desinteresse, isolamento social, choro fácil e pessimismo. As diferenças às vezes são sutis, o que torna a identificação mais difícil. Nos últimos 20 anos, a população diminuiu, em média, 1,5 hora de sono por dia. Dormir menos de 6 horas aumenta as chances de AVC, hipertensão, diabetes, obesidade e infarto.

 

Reserve sempre ao menos 7 a 8 horas diárias para dormir. Tenha horários regulares, evite bebidas estimulantes perto de deitar, coma duas horas antes de dormir e, se não conseguir pegar no sono, evite ficar na cama. Qualquer sinal diferente do seu corpo, não ignore e procure ajuda médica. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para melhorar a qualidade de vida do paciente. 

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