Apneia obstrutiva do sono requer atenção

 Sintomas como ressonar, sonolência em excesso ou cansaço durante o dia indicam que é possível estar com apneia obstrutiva do sono. 

Os pacientes que apresentam essa condição são 12 a 18 vezes mais propensos a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e a enfartes do miocárdio. São, também, mais sujeitos a problemas no trabalho e a contrair infecções pela redução da capacidade de defesa do sistema imunológico.

A explicação do que gera apneia é baseada na diminuição do espaço onde deveria passar o ar na respiração noturna. Caso o colapso seja parcial, há chances de se ressonar. O que faz com que as vias aéreas sejam estreitadas está relacionado com fenômenos anatômicos (massas anormais, benignas ou malignas), funcionais (paralisias, espasmos) ou genéticas (anomalias hereditárias ou cromossômicas). Indivíduos que suspeitam ter AOS devem procurar ajuda médica para fazer uma avaliação completa. Sugere-se o exame ORL ou a consulta também de especialistas como otorrinos, nutricionistas, psicólogos e pneumologistas.
Algumas medidas preventivas consistem na higiene do sono, controle do peso e rastreio de patologias usualmente associadas à apneia. O tratamento indicado varia conforme o paciente e suas características. Na AOS, deve-se primeiro tentar métodos mais simples e menos invasivos para resolver o problema.

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