Seu filho ronca? Triagem pode ser necessária para identificar apneia do sono

         Segundo especialistas da Academia Americana de Pediatria (AAP), todas as crianças e adolescentes que roncam regularmente devem realizar exames periódicos, a fim de prevenir a apneia obstrutiva do sono. Essa condição acontece quando a respiração é bloqueada durante o sono, provocando sintomas como falta de ar, interrupção do sono e dificuldades na aprendizagem. A recomendação integra uma revisão da AAP acerca do diagnóstico e do tratamento da apneia infantil. 

A apneia é a manifestação mais comum dos distúrbios respiratórios, ocorrendo quando a respiração é bloqueada. A pessoa fica sem ar e, por conseguinte, ronca. O problema é geralmente associado à obesidade, a diabetes, à pressão alta, a ataques cardíacos e a derrames. Pesquisas já relacionaram essa desordem com doenças cardiovasculares, depressão e câncer. 

A apneia obstrutiva do sono é também bastante usual, em que há uma obstrução na garganta ou nas vias respiratórias superiores. Em crianças, pode ser provocada pelo aumento das amígdalas ou das adenoides. Nesse sentido, é importante que os jovens com esses sintomas de apneia obstrutiva do sono façam exame laboratorial. Assim, é possível evitar diagnósticos tardios e sequelas deixadas pela falta de tratamento, como distúrbios comportamentais, problemas cardiovasculares e atraso no crescimento da criança. 

Os tratamentos para apneia do sono evoluíram significativamente. A cirurgia de retirada da adenoide (adenotonsilectomia) é eficaz para solucionar e deve ser considerada como o primeiro tratamento. Ademais, a obesidade é um fator de risco ao desenvolvimento de apneia, sendo a redução de peso essencial para uma terapia bem-sucedida.

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