Idade, sexo e condição financeira influenciam sono

Recente pesquisa feita no país avaliou o sono dos brasileiros e concluiu que a qualidade está caindo, atingindo, principalmente, idosos, mulheres e pessoas mais pobres.

A partir dos 60 anos, a queixa sobre a qualidade do sono é mais freqüente. Em 2008, 68% dos entrevistados com mais de sessenta anos diziam ter sono ótimo ou bom. Em 2017, esse percentual caiu para 54%.

De modo geral, sono e qualidade de vida têm tudo a ver. Por isso, pessoas que têm curso superior ou são ricas, independentemente da faixa etária, dormem melhor. Frequentemente, quem tem renda menor acorda mais cedo, diminuindo as horas de sono. Além disso, os empregos noturnos ou por turno são ocupados principalmente por quem tem menor escolaridade.

As queixas das mulheres em relação a dormir mal são 50% maiores do que as dos homens. Após os 60 anos, as queixas praticamente dobram. Antes da menopausa, 30% das mulheres são afetadas pela insônia. Depois do climatério, esse percentual sobre para 60%. A dupla jornada é fator relevante na qualidade do sono. Com a menopausa, a perda de estrogênio, a mulher mais velha também perde progesterona, importante hormônio para as funções respiratórias. Com essa queda, é comum a mulher aumentar de peso e passar a ter distúrbio respiratório do sono, confundido por elas como insônia.

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