Como se adaptar ao fim do horário de verão

Sem entrar na discussão de quem é contra ou a favor, a verdade é que falta poucos dias para o término do horário de verão que começou em outubro passado. Gostando ou não, a hora a menos, no início, e a mais, no final, acabam tendo alguns efeitos colaterais. Mas nada que não se resolva em pouco tempo.

Sonolência diurna, alteração no humor, irritabilidade, estresse e baixa produtividade são as consequências mais comuns no começo e no final do horário de verão. Crianças e idosos são os que mais sofrem com as mudanças porque têm, normalmente, horários mais rígidos.

Alguns cuidados podem ajudar a fazer o ajuste em relação ao novo horário.

Ambiente – o quarto deve estar escuro, com temperatura agradável e silencioso.

Luminosidade – caminhar ao ar livre no final da tarde, expondo-se à última luminosidade do dia, vai ajudar atrasar a hora em que o sono começa.

Travesseiro – peça fundamental para uma noite de sono bem dormida, o travesseiro deve ser adequado ao biótipo e postura da pessoa. O espeço existente entre a cabeça e o colchão deve ser completamente preenchido, formando um ângulo de 90° no pescoço. Desta forma, a coluna cervical e a lombar ficam alinhadas. O ideal é dormir de lado, com as pernas semiflexionadas e um travesseiro bem fino entre elas, evitando a rotação da coluna e os atritos entre os joelhos e tornozelos.

Cada pessoa reage de um jeito, mas em poucos dias, todos estarão readaptados ao horário normal, após o verão.

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