Os reflexos do sono ruim para esportistas

Ter um sono de qualidade é benéfico para qualquer pessoa, pois é durante o sono que várias funções biológicas são ativadas. Quando o sono é ruim, essas funções ficam prejudicadas. No caso de atletas, esportistas e praticantes de atividade física, isso se reflete no desempenho da prática de cada um.

Fatores como intensidade, nível de aptidão física inicial, duração e tipo de exercício podem influenciar a relação entre o sono e a atividade física. De acordo com estudos realizados, as contrações musculares durante os exercícios são estímulos capazes de promover depleção - perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio) - dos estoques de energia e provocar microlesões.

Mais da metade dos atletas que responderam a um questionário disseram já ter dormido pior do que o normal na véspera de alguma competição. Desses, houve parte que teve dificuldade em dormir, outra que acordou cedo e os que acordaram durante a noite. Os fatores que influenciaram o sono de menor qualidade foram: ficar pensando na competição, nervosismo sobre a disputa, ambiente diferente e barulhos no quarto foram os principais.

Por isso, é ainda mais importante para atletas ter um sono de qualidade. Uma das dicas para os que viajam para competir é colocar máscara para os olhos e tampões nos ouvidos. Mas o ambiente deve ser fresco, escuro e silencioso. É preciso ter uma rotina, dormindo e acordando nos mesmos horários. Evitar televisão, celular, computador na cama. Não ingerir cafeína quatro a cinco horas antes de dormir. São hábitos saudáveis e servem para qualquer pessoa, ainda mais para quem precisa estar em plena forma para competir.

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