Prêmio Nobel de medicina 2017

Prêmio anunciado nesta segunda-feira (2) foi para três cientistas que desvendaram mecanismos do ritmo circadiano, o relógio interno dos seres vivos que antecipa mudanças ambientais.
Os norte-americanos Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young levaram o Nobel de Medicina e Fisiologia de 2017 por suas descobertas sobre o ritmo circadiano, o relógio biológico interno dos seres vivos. Juntos, eles foram premiados com 9 milhões de coroas suecas (aproximadamente 3,5 milhões de reais). O prêmio foi anunciado na manhã desta segunda-feira (2) na Suécia, mas as pesquisas foram desenvolvidas nos anos 1980 a partir do estudo de moscas.

Os cientistas conseguiram isolar o gene que regula o ritmo circadiano, descreveram o funcionamento da proteína produzida por ele e mostraram um mecanismo de "feedback" responsável pela regulação de todo o sistema.

"Eles [ os laureados] desvendaram o mecanismo que controla a máquina do relógio biológico", diz Ana Wedell, professora de Medicina Genética e membro do comitê do Nobel de Medicina.

O funcionamento do 'relógio biológico'

O ritmo circadiano antecipa as mudanças do dia e ajusta nossas funções corporais. Por exemplo, mecanismos associados a esse sistema podem mandar um "aviso" para que o organismo aumente a sua temperatura interna quando está previsto que a temperatura do ambiente vai cair em determinada hora do dia.

Esse mecanismo também deflagra uma série de mudanças fisiológicas que nos leva, por exemplo, a ficar mais ativos durante o dia e menos alertas durante à noite. Níveis de hormônios e todo o metabolismo também se alteram a partir desse sistema.

"O mecanismo é importante na evolução. Com ele, ficamos um passo à frente do meio ambiente", diz Ana Wedell.

 

fonte: G1

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