Blog do Sono

O cigarro tem mais de quatro mil substâncias tóxicas nocivas à saúde e que são inaladas a cada tragada. Entre elas, há o alcatrão, o monóxido de carbono e a nicotina (considerada a mais mortífera e responsável pela dependência química). A nicotina também é um estimulante, afetando os padrões de sono e as ondas cerebrais. 

Tanto a apneia como a sinusite reduzem a qualidade do sono. A primeira ocorre devido à obstrução parcial ou completa das vias respiratórias e é diagnosticada pela manifestação de alguns sintomas: boca seca, sonolência, irritabilidade, dores de cabeça, no peito e na garganta, além de ronco e falta de concentração.

A apneia do sono é o fenômeno que acontece quando a respiração é bloqueada, fazendo com que a pessoa fique momentaneamente sem ar. Esse problema se agrava no inverno: artigo divulgado no período Chest, realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), revelou que as temperaturas baixas aumentam o número de casos do distúrbio, bem como a quantidade de paradas respiratórias por hora de sono.

Não é novidade pra ninguém: sentimos mais sono no frio. Isso acontece porque, durante a estação os dias são mais curtos, o que influencia no ciclo sono-vigília, que regula o tempo em que dormimos. Assim, o hormônio do sono - a melatonina - é produzido durante a noite e, com os dias terminando mais cedo, há aumento na produção desse hormônio e, consequentemente, sentimos uma vontade maior de dormir.

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é uma síndrome que causa parada na respiração (apneias) ou diminuição da ventilação enquanto se dorme, devido à obstrução na via aérea.  Há apneias que não são obstrutivas e se chamam de centrais.

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